Nelson “Vilarinho” (1929-2013) foi homenageado em noite de muita festa no mítico Santoinho. Foi inaugurada uma obra de arte, um painel de azulejos, da autoria do artista Mário Rocha.

Nascido em S. Paulo a 18 de Outubro de 1929, veio para Vilarinho (Covas, Vila Nova de Cerveira) com apenas três anos de idade. Um dia, e já tocador de harmónica, foi corrido de um baile por só saber tocar “O Raspa”, pelo que resolveu ir até Lisboa, jurando só voltar a Covas, quando já soubesse tocar concertina. Em Lisboa foi carvoeiro de profissão e no Alentejo vendedor de refrigerantes, onde era conhecido pelo “Cana Verde”.

Voltou a Covas aos 20 anos com uma concertina comprada na feira da Malveira e a tocar como um grande artista. Desde então passou a percorrer todas as feiras e romarias desde V.N. Cerveira a Ponte de Lima, Caminha, Paredes de Coura e arredores, espalhando alegrias com o que tocava, dançava e cantava.

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Foi muito popular pela alegria que transmitia àqueles com quem convivia e Pedro Homem de Melo fez a seguinte descrição: “… sozinho fazia a festava e deitava os foguetes, cantando e bailando onde quer que houvesse um adro ou uma eira”

Hoje, Nelson “Vilarinho” é uma figura lendária no Alto Minho e a Fundação Santoinho teve o orgulho de preservar e honrar esse património.

Mário Rocha, artista vianense, encontrava-se com Vilarinho sempre que este visitava a “Arte na Leira” e disse-lhe que um dia havia de lhe fazer o retrato, que acabou por acontecer agora.

Valdemar Cunha, fundador da Fundação Santoinho, quando viu o painel teve o ensejo de homenagear o exímio tocador e o seu amigo Mário Rocha, expondo o painel no Santoinho.

Foram colaboradores neste projeto e homenagem, os tocadores e cantadores ao desafio Quim Barreiros e Augusto Canário que deram o mote para que em Santoinho se criasse a “praça das Concertinas e Artistas Populares”.

No final, ficou o desafio a Mário Rocha para continuar a homenagear outros reconhecidos artistas: Cachadinha, Quim Barreiros, Augusto Canário, Delfim, Marinho, etc..

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