O alerta foi dado Sábado, dia 25 de Abril, pelas Misericórdias do Alto Minho que lembram que os lares são estabelecimentos residenciais e não unidades de saúde, pelo que não possuem condições para o tratamento da Covid-19 (nomeadamente isolamentos, recursos médicos, enfermagem e auxiliares 24 horas por dia).

Em comunicado, as misericórdias de Arcos de Valdevez, Caminha, Monção, Melgaço, Paredes de Coura, Viana do Castelo, Ponte da Barca, Ponte de Lima, Valença e Vila Nova de Cerveira apelam, por isso, às instituições que decidem sobre a covid-19 que executem os testes de despistagem e o hospital de retaguarda, contribuindo assim de forma decisiva para o combate à disseminação da infeção.

“Urge fazer os testes de despistagem da covid-19 a todos os utentes e funcionários dos Estabelecimentos Residenciais Para Pessoas Idosas (ERPI) e Estabelecimentos Residenciais para Deficientes no Alto Minho”, frisam, referindo que “em várias regiões do país esta medida já foi executada, nomeadamente no Centro e Sul do continente”.

“Estamos na oitava semana da pandemia covid-19, prestes a entrar na nona e a caminhar para o fim da vigência do terceiro estado de emergência. Apesar de volvidas estas semanas, e das declarações públicas efetuadas, a realidade é que ainda não foram realizados quaisquer testes de despistagem a utentes e funcionários das Instituições de Solidariedade Social”, realçam as entidades.

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